Ponte rolante monoviga
Configuração com uma viga principal e talha deslocando-se sob a ponte. É uma solução objetiva para cobrir a área de uma nave industrial com bom aproveitamento do espaço.
Do atendimento de uma bancada à cobertura completa de uma nave industrial, o arranjo muda conforme carga, alcance, edifício e ritmo de operação.
Desenhos autorais baseados na arquitetura real dos sistemas. O objetivo é explicar componentes e diferenças sem simular um projeto executivo.
Configuração com uma viga principal e talha deslocando-se sob a ponte. É uma solução objetiva para cobrir a área de uma nave industrial com bom aproveitamento do espaço.
Duas vigas principais recebem um carro superior com o mecanismo de elevação. A arquitetura favorece maiores capacidades, vãos e altura útil de gancho.
O caminho de movimentação é sustentado por pernas próprias. Atende pátios, docas e áreas onde a estrutura existente não recebe uma ponte convencional.
Conjuntos de elevação ou tração definidos conforme capacidade, percurso, velocidade e regime de serviço, integrados a vigas, monovias ou estruturas dedicadas.
Uma coluna ou parede sustenta a lança de giro. A talha percorre o braço para atender máquinas, bancadas e zonas específicas da operação.
Estruturas de suporte, mezaninos e reforços concebidos para integrar equipamentos, liberar área útil e organizar a implantação industrial.
A posição da talha, o apoio do caminho de rolamento e a geometria da estrutura alteram altura útil, aproximações e esforços transmitidos à instalação.
O equipamento de elevação percorre a face inferior da viga principal. A conexão da ponte ao caminho de rolamento influencia diretamente a aproximação lateral e a altura do gancho.
O carro corre sobre trilhos instalados nas duas vigas. Essa disposição permite posicionar o mecanismo acima da cota inferior da ponte e aproveitar melhor a altura disponível.
As pernas transferem os esforços até os trilhos no piso. O conjunto inclui viga, pernas, truques, rodas, acionamentos e os mesmos três movimentos básicos de uma ponte rolante.
As configurações são ilustrativas. Capacidade, vãos, classe de serviço, dispositivos elétricos e de segurança dependem de análise específica e das normas aplicáveis.
Selecione um cenário para comparar o ponto de partida. A definição final é feita após levantamento técnico.
A ponte percorre trilhos longitudinais e a talha ou o carro cruza o vão. Os três movimentos permitem alcançar praticamente toda a área útil abaixo do equipamento.
Levar cenário ao briefing →Peso, dimensões, percurso, vão, altura e frequência de uso já permitem eliminar alternativas inadequadas e orientar o próximo levantamento.
Organizar requisitos ↗A decisão considera capacidade, vão, altura útil, regime de trabalho, velocidades, acessos de manutenção e condições da edificação. A biviga não é automaticamente necessária em toda carga elevada; o arranjo deve ser comparado tecnicamente.